
A ampola de raio-X, também conhecida como tubo de raio-X, é o componente central de qualquer equipamento radiográfico. Trata-se de um tubo de vidro ou metal sob vácuo que contém os elementos necessários para a produção de radiação X através da conversão de energia elétrica em radiação eletromagnética.
O cátodo é constituído por um filamento de tungstênio, geralmente em forma de espiral, que atua como fonte de elétrons. Quando aquecido por uma corrente elétrica (corrente de filamento), o tungstênio emite elétrons por emissão termiônica. O cátodo também possui uma cúpula focalizadora que direciona o feixe de elétrons em direção ao ânodo.
O ânodo é o alvo onde os elétrons colidem para produzir raios-X. Existem dois tipos principais:
O envelope mantém o vácuo interno necessário para evitar a colisão dos elétrons com moléculas de ar, o que reduziria drasticamente a eficiência da produção de raios-X. O vácuo também previne a oxidação dos componentes internos em altas temperaturas.
Uma área mais fina do envelope, geralmente feita de berílio, que permite a passagem dos raios-X com mínima absorção, direcionando-os para fora da ampola em direção ao paciente ou objeto a ser radiografado.
O processo de produção de raios-X ocorre em várias etapas: